😱💔RISCO DE COLAPSO DE BARRAGEM NA ÁFRICA DO SUL FORÇA AUTORIDADES MOÇAMBICANAS A LANÇAREM ALERTAS
As autoridades moçambicanas apelam à retirada imediata da população que vive nas zonas baixas dos distritos de Magude, Manhiça, Xinavane e Ilha Josina Machel, devido ao agravamento da situação hidrológica provocado pelas chuvas intensas registadas nos últimos dias.
O rio Save encontra-se em estado de alerta, com os níveis das águas a aumentarem de forma progressiva. Ao todo, sete bacias hidrográficas nacionais continuam em alerta; as descargas de água começam a abrandar em algumas barragens, mas o risco de cheias ainda é iminente devido ao elevado volume das águas, como acontece no distrito de Chókwè. As autoridades alertam para possíveis impactos significativos nas comunidades ribeirinhas e apelam à população para não atravessar os rios e abandonar as zonas consideradas de risco. A bacia hidrográfica do Búzi continua igualmente sob vigilância, devido aos níveis elevados das águas.
Relativamente à barragem de Massingir, as autoridades avançaram à Miramar que as descargas estão a ser ajustadas em função da situação hidrológica, com o objectivo de minimizar o impacto das cheias a jusante. Ainda assim, o risco de inundações mantém-se.
Na cidade de Xai-Xai, o pico das cheias foi recentemente atingido, situação semelhante à registada em Curumana. Apesar de alguns sinais de estabilização, a vigilância mantém-se activa devido à possibilidade de novas subidas do caudal.
Entretanto, a Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) alertou para o risco de colapso de uma barragem na África do Sul, na sequência das chuvas intensas registadas nos últimos dias. Trata-se da Barragem de Senteeko, construída sobre o rio Crocodilo, localizada em Barberton, no município de Mbombela, que apresenta sinais de erosão.
O rio Crocodilo é um dos principais afluentes do rio Incomáti, pelo que um eventual colapso da barragem poderá agravar a situação hidrológica em Moçambique, sobretudo nas zonas baixas de Magude e Manhiça. Por essa razão, a DNGRH reforça o apelo à retirada imediata da população destas áreas.
A Miramar apurou que, na África do Sul, especialistas de segurança de barragens e engenheiros continuam a trabalhar para evitar o colapso da infra-estrutura. Caso a situação se agrave, a circulação na Estrada Nacional Número Um (EN1) poderá continuar condicionada

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