😱ANAMOLA denuncia perseguição política e acusa Estado de tolerar violência contra militantes
ANAMOLA denuncia perseguição política e acusa Estado de tolerar violência contra militantes
O Partido ANAMOLA voltou a público para denunciar aquilo que classifica como uma “onda persistente de perseguição política” contra os seus membros, alegadamente em curso em várias províncias do país. Segundo a formação política, os episódios de intimidação, ameaças e violência não cessaram desde as manifestações pós-eleitorais de 2024.
Em comunicado divulgado à imprensa, o partido afirma que militantes têm sido alvo de detenções arbitrárias, vigilância constante e actos de agressão física praticados por indivíduos supostamente ligados a estruturas locais do poder. A organização sustenta que existe um “ambiente de medo cuidadosamente instalado” com o objectivo de silenciar vozes críticas e enfraquecer a mobilização política.
“Clima de intimidação permanente”
De acordo com a direção da ANAMOLA, alguns membros relatam invasões às suas residências durante a noite, confisco de materiais partidários e convocatórias policiais consideradas intimidatórias. Há ainda denúncias de agressões durante encontros comunitários e tentativas de impedir actividades políticas em distritos estratégicos.
“O que estamos a assistir não são incidentes isolados, mas um padrão coordenado de repressão”, refere o comunicado, acrescentando que a situação coloca em risco a liberdade de expressão e o pluralismo democrático.
Acusações graves ao Estado
A formação política acusa o Estado de não agir para travar os ataques e, em certos casos, de demonstrar “tolerância preocupante” perante actos de violência contra os seus militantes. Para o partido, o silêncio das autoridades reforça a sensação de impunidade.
A ANAMOLA exige a abertura imediata de investigações independentes e responsabilização dos envolvidos, bem como garantias públicas de proteção para todos os cidadãos, independentemente da sua filiação política.
Apelo à comunidade internacional
No mesmo documento, o partido apela a organizações da sociedade civil e observadores internacionais para acompanharem de perto a situação política no país, alegando que o espaço democrático está sob pressão.
Até ao momento, as autoridades governamentais não reagiram oficialmente às acusações.
O clima político mantém-se tenso, com relatos crescentes de confrontos verbais e físicos em diferentes pontos do país, reacendendo o debate sobre tolerância política, direitos civis e estabilidade institucional.

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