🚨💥 BOMBA NO SECTOR DA SAÚDE! 💥🚨 A Associação dos Profissionais da Saúde Unidos e Solidários de Moçambique (APSUSM) volta a paralisar o país por mais 30 dias — e lança uma acusação gravíssima: mais de 700 mortes durante o período anterior da greve! Em conferência de imprensa em Maputo, o presidente Anselmo Muchave denunciou falta de medicamentos, ausência de meios de diagnóstico e alegadas tentativas de ocultação de óbitos nas
SAÚDE
" APSUSM PROLONGA GREVE POR MAIS 30 DIAS E DENUNCIA MAIS DE 700 MORTES "
A Associação dos Profissionais da Saúde Unidos e Solidários de Moçambique anunciou mais 30 dias de greve no sector da saúde. A paralisação entra em vigor a partir do dia 16 do corrente mês, na sequência da alegada ausência de diálogo com o Governo.
Na conferência de imprensa realizada na manhã desta segunda-feira, em Maputo, o presidente da APSUSM, Anselmo Muchave, avançou que mais de 700 mortes terão ocorrido no período anterior da greve, alegadamente associadas à falta de meios de diagnóstico e ausência de medicamentos nas unidades sanitárias.
Segundo Muchave, as mortes estariam a ser ocultadas pelas próprias unidades sanitárias. O dirigente afirma que a situação reflecte a degradação contínua do Sistema Nacional de Saúde, que considera preocupante e insustentável.
A APSUSM denuncia condições precárias nos centros de saúde, bem como alegadas irregularidades no processo de aquisição de fármacos. A associação refere ter informações sobre a existência de um concurso fechado para a compra de medicamentos, o que, no seu entender, evidencia a falta de transparência e a insuficiência de produtos no país.
Quanto aos moldes da paralisação, a organização esclarece que os profissionais passam a apresentar-se nos seus locais de trabalho, mas mantêm-se de braços cruzados. A medida surge após, segundo a associação, o Governo ter adoptado anteriormente a marcação de faltas e o desconto salarial aos grevistas.
A APSUSM reafirma que o direito à saúde é essencial e sustenta que a greve visa defender a dignidade dos profissionais e dos utentes. Sem avanços no diálogo, a organização garante que os próximos 30 dias serão de braços cruzados nas unidades sanitárias em todo o país.APSUSM PROLONGA GREVE POR MAIS 30 DIAS E DENUNCIA MAIS DE 700 MORTES
A Associação dos Profissionais da Saúde Unidos e Solidários de Moçambique anunciou mais 30 dias de greve no sector da saúde. A paralisação entra em vigor a partir do dia 16 do corrente mês, na sequência da alegada ausência de diálogo com o Governo.
Na conferência de imprensa realizada na manhã desta segunda-feira, em Maputo, o presidente da APSUSM, Anselmo Muchave, avançou que mais de 700 mortes terão ocorrido no período anterior da greve, alegadamente associadas à falta de meios de diagnóstico e ausência de medicamentos nas unidades sanitárias.
Segundo Muchave, as mortes estariam a ser ocultadas pelas próprias unidades sanitárias. O dirigente afirma que a situação reflecte a degradação contínua do Sistema Nacional de Saúde, que considera preocupante e insustentável.
A APSUSM denuncia condições precárias nos centros de saúde, bem como alegadas irregularidades no processo de aquisição de fármacos. A associação refere ter informações sobre a existência de um concurso fechado para a compra de medicamentos, o que, no seu entender, evidencia a falta de transparência e a insuficiência de produtos no país.
Quanto aos moldes da paralisação, a organização esclarece que os profissionais passam a apresentar-se nos seus locais de trabalho, mas mantêm-se de braços cruzados. A medida surge após, segundo a associação, o Governo ter adoptado anteriormente a marcação de faltas e o desconto salarial aos grevistas.
A APSUSM reafirma que o direito à saúde é essencial e sustenta que a greve visa defender a dignidade dos profissionais e dos utentes. Sem avanços no diálogo, a organização garante que os próximos 30 dias serão de braços cruzados nas unidades sanitárias em todo o país.

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