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A morte de Pedro Ferraz Reis, administrador do Banco Comercial de Investimento (BCI), em Maputo, assume contornos de mistรฉrio e contesta as conclusรตes iniciais das autoridades moรงambicanas.


Segundo o jornal Correio da Manhรฃ, o banqueiro portuguรชs de 52 anos “terรก recebido ameaรงas de morte nas semanas que antecederam o seu falecimento”, informaรงรตes em que foram apuradas mediante pessoas prรณximas, as quais detalham que estas ameaรงas “foram enviadas por meio de mensagens para o telemรณvel”.


O corpo de Ferraz Reis, que foi encontrado sem vida na noite de 19 de Janeiro numa casa de banho do histรณrico Serena Polana Hotel, chegou ontem a Portugal sob vigilรขncia apertada. A trasladaรงรฃo foi acompanhada por familiares e por dois elementos indicados pela Polรญcia Judiciรกria (PJ) e pelo Instituto de Medicina Legal, que viajaram atรฉ Moรงambique para “garantir a preservaรงรฃo de pistas”.


Este reforรงo na investigaรงรฃo ocorre num momento em que as circunstรขncias da morte sรฃo descritas como brutais e pouco comuns para um cenรกrio de suicรญdio, tese defendida pelo SERNIC, que afirmou “nรฃo ter dรบvidas” de que o administrador tirou a prรณpria vida.


Contudo, a descriรงรฃo dos factos levanta sรฉrias interrogaรงรตes. O jornal relata o posicionamento defendido pelo SERNIC, que Ferraz Reis teria morrido apรณs “ingerir ‘veneno para ratos’ e ‘desferir, com uma faca de cozinha, vรกrios golpes nos pulsos, nas costas, no pescoรงo e no peito”.


Perante a violรชncia do cenรกrio e as ameaรงas prรฉvias, a famรญlia nรฃo aceita a conclusรฃo cรฉlere das autoridades locais e “deve pedir segunda autรณpsia ao cadรกver” antes que este seja sepultado no Porto.


O Governo portuguรชs continua a acompanhar o caso de perto, enquanto a anรกlise pericial em solo nacional serรก decisiva para determinar se houve, de facto, a intervenรงรฃo de terceiros neste caso que chocou a comunidade. (CM)

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