😱Empresários recuam em doações após exigência polémica da FRELIMO Vários empresários desistiram de doar alimentos e produtos de primeira necessidade às famílias afetadas pelas cheias, após o partido FRELIMO recusar que a ajuda fosse distribuída diretamente a Frelimo
Vários empresários nacionais e estrangeiros decidiram suspender ou cancelar doações de alimentos e bens de primeira necessidade destinados às famílias duramente afetadas pelas cheias, após uma exigência considerada polémica e inaceitável por parte do partido FRELIMO.
Segundo relatos de fontes ligadas aos doadores, o partido no poder recusou que a ajuda humanitária fosse distribuída diretamente às populações necessitadas, exigindo que todo o apoio passasse obrigatoriamente por estruturas partidárias e canais controlados pela FRELIMO.
A condição imposta gerou indignação imediata entre empresários, organizações solidárias e cidadãos comuns, que afirmam que a ajuda humanitária não deve ser instrumentalizada politicamente, sobretudo num momento em que milhares de famílias perderam casas, alimentos e meios de subsistência.
“Não podemos aceitar que a fome e o sofrimento sejam usados como ferramenta de propaganda política”, declarou uma fonte empresarial sob anonimato.
Com esta posição, camiões carregados de alimentos ficaram retidos, promessas de apoio foram retiradas e várias iniciativas solidárias acabaram por ser congeladas, deixando as vítimas das cheias ainda mais vulneráveis.
Analistas alertam que esta postura pode agravar a crise humanitária, aumentar a desconfiança entre o setor privado e o Estado, e levantar sérias questões sobre ética, transparência e respeito pela dignidade das populações afetadas.
Enquanto isso, nas zonas inundadas, crianças, idosos e mulheres continuam a dormir ao relento, aguardando ajuda que existe — mas que não chega.
👉 A pergunta que fica é dura, mas inevitável:
Quem está a pagar o preço destas exigências? O partido… ou o povo? 😔🔥

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